Produção dirigida por Sam Mendes reúne quatro atores para interpretar John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr em quatro filmes interligados.
As câmeras já começaram a rodar em Londres para um dos projetos cinematográficos mais aguardados pelos fãs dos Beatles. A nova produção dirigida por Sam Mendes vai contar a história da banda em quatro filmes interligados, e as primeiras imagens das gravações já revelaram o elenco caracterizado como o lendário quarteto.

Entre as cenas registradas está a recriação de uma das fotografias mais famosas da história da música: a travessia da faixa de pedestres em frente aos estúdios de Abbey Road, em Londres.
As imagens dos bastidores rapidamente repercutiram nas redes sociais, principalmente pela semelhança visual dos atores com os integrantes da banda e pela reprodução cuidadosa do cenário que marcou a capa do álbum Abbey Road.
Abbey Road é recriada para os novos filmes
A produção voltou à famosa faixa de pedestres de Abbey Road para reproduzir a imagem que se tornou um dos registros mais reconhecidos dos Beatles.
Na gravação, Paul Mescal, que interpreta Paul McCartney, aparece descalço, repetindo o detalhe presente na fotografia original. Veículos de época também foram utilizados para ajudar a reconstruir a atmosfera de Londres no final dos anos 1960.
A fotografia que inspirou a cena foi feita em 8 de agosto de 1969 pelo fotógrafo escocês Iain Macmillan. Com o trânsito interrompido por alguns minutos, Macmillan realizou seis registros dos Beatles atravessando a rua. Uma das imagens acabou escolhida para a capa do álbum Abbey Road.
Na foto histórica, John Lennon aparece à frente, seguido por Ringo Starr, Paul McCartney e George Harrison.
Mais de cinco décadas depois, a produção de Sam Mendes voltou ao mesmo endereço para recriar o momento para o cinema.
Quem interpreta os Beatles
O quarteto escolhido para representar os músicos é formado por atores conhecidos de grandes produções recentes:


- Harris Dickinson interpreta John Lennon;
- Paul Mescal interpreta Paul McCartney;
- Joseph Quinn interpreta George Harrison;
- Barry Keoghan interpreta Ringo Starr.

As primeiras imagens dos quatro caracterizados já permitem visualizar a proposta estética dos filmes, que pretende reproduzir diferentes períodos da trajetória dos Beatles.

Quatro filmes para contar uma única história
O projeto foge do formato tradicional das cinebiografias musicais.
Em vez de condensar a história dos Beatles em apenas um filme, Sam Mendes vai dirigir quatro longas-metragens interligados.
Cada produção será contada a partir da perspectiva de um dos integrantes. A proposta permite que acontecimentos marcantes da carreira da banda sejam apresentados sob diferentes pontos de vista.
O projeto foi anunciado pela Sony Pictures como “The Beatles – A Four-Film Cinematic Event”.
A produção conta ainda com a participação da Apple Corps, empresa criada pelos próprios Beatles, além da autorização dos integrantes sobreviventes e dos representantes dos membros da banda para o projeto.
Primeiras imagens aumentam a expectativa
As imagens que começaram a circular não são um trailer nem uma divulgação oficial de cenas completas pelos estúdios. São registros feitos durante as filmagens em Londres que revelaram parte do visual adotado pela produção.
A recriação de Abbey Road, porém, foi suficiente para provocar grande repercussão entre os fãs. Além da importância histórica do local, a cena permite uma comparação direta entre os quatro atores e os músicos que aparecem na fotografia original.
A escolha de reproduzir um momento tão conhecido também sinaliza o cuidado da produção com elementos visuais que fazem parte do imaginário construído em torno dos Beatles.
Quando os filmes chegam aos cinemas?
As filmagens ainda estão em andamento, e a expectativa é que os quatro filmes sejam lançados em abril de 2028.
Até lá, novas imagens dos bastidores devem revelar outros momentos da carreira da banda que serão recriados para o cinema.
A quadrilogia de Sam Mendes promete, assim, apresentar uma nova versão da trajetória dos Beatles e, ao mesmo tempo, levar para as telas cenas que já fazem parte da memória coletiva da música.


