Descoberta divulgada em janeiro de 2026 é considerada um marco histórico para o projeto internacional que busca desvendar a herança biológica de um dos maiores gênios da humanidade.
Uma descoberta divulgada em janeiro de 2026 reacendeu o interesse mundial pela figura de Leonardo da Vinci, um dos maiores nomes do Renascimento. Pesquisadores anunciaram a identificação de material genético humano em um esboço atribuído ao artista, resultado que pode representar um avanço decisivo no chamado Leonardo da Vinci DNA Project, iniciativa internacional dedicada a reconstruir o perfil genético do mestre italiano.
O material foi encontrado em áreas do papel que indicam contato direto e frequente, como bordas e regiões manipuladas durante o processo criativo. A análise foi realizada com técnicas avançadas de biologia molecular, capazes de identificar fragmentos microscópicos de DNA preservados ao longo de mais de cinco séculos.
Segundo os cientistas envolvidos, o objetivo não é clonar Leonardo da Vinci — algo eticamente e cientificamente descartado —, mas compreender melhor sua linhagem familiar, possíveis predisposições genéticas, características físicas e até aspectos relacionados à saúde do artista. Esses dados podem ajudar a esclarecer pontos históricos pouco documentados sobre sua vida.
O Leonardo da Vinci DNA Project já vinha cruzando informações genéticas de descendentes colaterais da família Da Vinci com registros históricos da região da Toscana, na Itália. A identificação de material genético diretamente ligado a uma obra atribuída ao artista eleva o nível de confiabilidade das pesquisas e pode servir como referência para futuras comparações.
Especialistas em história da arte destacam que a descoberta também reforça a autenticidade do esboço analisado, contribuindo para debates acadêmicos sobre autoria e processos criativos no período renascentista. Já para a ciência, o achado simboliza como tecnologia e história podem caminhar juntas, ampliando o entendimento sobre personagens fundamentais da humanidade.
Mesmo com o entusiasmo, os pesquisadores adotam cautela. O material genético passará por novas etapas de validação, evitando contaminações e interpretações precipitadas. Ainda assim, o consenso é que se trata de um marco científico e cultural, capaz de aproximar o presente de um dos maiores gênios que já existiram.


